Natural de Brasília DF, teve ali seu primeiro êxito literário aos 9 anos da vez em que venceu uma competição interescolar. Dos anos púberes até o imberbe rebelde, concluiu ser, a sociedade, uma televisão em preto e branco, enquanto todos fingíamos vê-la em cores. Livre da obrigação de resenhar toda obra do Machado de Assis, tornou-se pesquisador do CNPq na área da Ciência da Computação e Matemática Aplicada. Coerente com sua formação em matemática e lógica, nuca permitiu que a dialética hegeliana destruísse sua capacidade de análise e argumentação. Hoje, aos 35 anos, sabe que toda arte deve seguir a tríade da forma, do conteúdo e da expressão.